Sabe aquele tipo de pergunta que nem merece resposta… mas quando você percebe… já foi… deu a resposta merecida.
Dia desses em uma loja de departamentos… ao experimentar uma bolsa fui surpreendida por uma dessas perguntas… “a bolsa ficou boa no braço?”… “pô depende do braço né!” Como assim ficou boa no braço? Não dá pra entender, juro que tento, mas não entendo. Se ficou boa no meu braço, e daí? É a minha bolsa… no meu braço! O que essa pessoa tem com isso?
O que você faz nessa situação? Quem tem sangue nas veias e resposta para quase tudo não consegue engolir uma pergunta idiota dessas.
Ou então você está há horas em uma fila e chega uma senhorinha toda simpática que simplesmente passa a sua frente… você delicadamente chega até ela e diz que ela está furando a fila… “ah minha filha, você estava na fila?”… “não, minha senhora, só estou de enfeite… fui confundida com uma samambaia!”
Eis que sempre tem algum defensor dos idiotas e imbecis que olha pra você como se você fosse a pior de todas, um verdadeiro carrasco, e estivesse cometendo um crime cruel e imperdoável… e não bastasse fica resmungando e ressaltando a terrível grosseria cometida… mas a pessoa não entende que para pergunta idiota a resposta é sempre ignorante… essa é a lei da TOLERÂNCIA ZERO.
E o que mais tem nesse mundo são pessoas que fazem perguntas idiotas… isso é de ferir qualquer QI por menor que seja…
Lembro-me de um quadro que o Francisco Milani fazia em um programa exibido na Rede Globo… o seu bordão era exatamente este… “pergunta idiota… tolerância zero”.
Imaginem a cena… você está no mercado, passa suas compras pelo caixa… a moça do caixa pergunta a forma de pagamento… você opta pelo cheque e pede uma caneta… então ela faz a tal pergunta… “a caneta é pra preencher o cheque?”… “não querida, é para te passar o telefone do Gianecchini”. Ela imagina que você fará o que com a caneta? Vai desenhar um relógio no pulso? Ou vai chamar o gerente para desenhar um bigodinho nele? É “pedir pra sair” no melhor estilo Capitão Nascimento.
O duro disso tudo é que a pessoa que dá a resposta é sempre vista com maus olhos… mas a que faz a pergunta genial é sempre a coitada… a mal compreendida.
Será que inteligência ofende? Se for assim que me desculpem os idiotas, mas sintam-se ofendidos, porque inteligência além de afrodisíaca é fundamental!
Dia desses em uma loja de departamentos… ao experimentar uma bolsa fui surpreendida por uma dessas perguntas… “a bolsa ficou boa no braço?”… “pô depende do braço né!” Como assim ficou boa no braço? Não dá pra entender, juro que tento, mas não entendo. Se ficou boa no meu braço, e daí? É a minha bolsa… no meu braço! O que essa pessoa tem com isso?
O que você faz nessa situação? Quem tem sangue nas veias e resposta para quase tudo não consegue engolir uma pergunta idiota dessas.
Ou então você está há horas em uma fila e chega uma senhorinha toda simpática que simplesmente passa a sua frente… você delicadamente chega até ela e diz que ela está furando a fila… “ah minha filha, você estava na fila?”… “não, minha senhora, só estou de enfeite… fui confundida com uma samambaia!”
Eis que sempre tem algum defensor dos idiotas e imbecis que olha pra você como se você fosse a pior de todas, um verdadeiro carrasco, e estivesse cometendo um crime cruel e imperdoável… e não bastasse fica resmungando e ressaltando a terrível grosseria cometida… mas a pessoa não entende que para pergunta idiota a resposta é sempre ignorante… essa é a lei da TOLERÂNCIA ZERO.
E o que mais tem nesse mundo são pessoas que fazem perguntas idiotas… isso é de ferir qualquer QI por menor que seja…
Lembro-me de um quadro que o Francisco Milani fazia em um programa exibido na Rede Globo… o seu bordão era exatamente este… “pergunta idiota… tolerância zero”.
Imaginem a cena… você está no mercado, passa suas compras pelo caixa… a moça do caixa pergunta a forma de pagamento… você opta pelo cheque e pede uma caneta… então ela faz a tal pergunta… “a caneta é pra preencher o cheque?”… “não querida, é para te passar o telefone do Gianecchini”. Ela imagina que você fará o que com a caneta? Vai desenhar um relógio no pulso? Ou vai chamar o gerente para desenhar um bigodinho nele? É “pedir pra sair” no melhor estilo Capitão Nascimento.
O duro disso tudo é que a pessoa que dá a resposta é sempre vista com maus olhos… mas a que faz a pergunta genial é sempre a coitada… a mal compreendida.
Será que inteligência ofende? Se for assim que me desculpem os idiotas, mas sintam-se ofendidos, porque inteligência além de afrodisíaca é fundamental!
Nenhum comentário:
Postar um comentário