segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Twitta eu, twitte tu!
”O Twitter é uma sala onde todos
parecem estar falando sozinhos.
Não deixa de ser interessante.
Você pensa alto, tão alto que o mundo escuta.”
(Léo Jaime)
As redes sociais tornaram-se a grande febre do mundo virtual... ou talvez a mundo virtual tenha tornado-se febre por causa delas... vai saber... ficamos naquele dilema... “quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?”... mas assim como na matemática... a ordem dos fatores não altera o produto... nesse caso... os fatos...
E é fato que o mais queridinho de todos nesse último ano... foi o Twitter... lembro-me como se fosse hoje a febre pelo Orkut... não falava-se de outra coisa... em qualquer lugar era ele... mas hoje... mesmo com as novas mudanças... o tiozinho dos sites de relacionamento está meio de lado... e o Twitter reina plenamente...
Mas toda essa introdução.. é apenas para avaliar... a importância dessa ferramenta na vida das pessoas... há algumas que não conseguem ir ao banheiro sem dar uma twittada...
Tudo bem! Confesso ter sido bicada por esse passarinho de penas azuis... mas nem por isso vivo em função dele... nem por isso fico tirando fotos da minha comida para postar...
O pior de tudo é que... as pessoas pensam que Twitter é gibi... e vive apenas de imagens... ainda não entenderam sua utilidade...
A palavra microbloging tem passado desapercebida... e não tem significado algum para uma grande maioria...
E piores ainda... são os seguidores que esbravejam e rogam pragas quando não os seguimos... mas estes mesmos são aqueles que não twittam coisa com coisa... alimentam suas páginas apenas com retweets e fotos bizarras... deixando claro que segui-los é perda de tempo...
Existem aqueles que chegam ao cúmulo de travar monólogos infindáveis com suas celebridades preferidas... essas que por sua vez... não fazem a menor questão de responder a nenhum deles... o que também não faz sentido algum... já que chama-se rede de relacionamentos... não faria mal relacionar-se...
Há ainda a macacada twitteira... uma evolução das antigas macacas de auditório... da era de ouro das rádios... que hoje informatizadas... ficam babando-ovo nas pobres celebridades... que chegam a ficar sem graça com tanta melação... faltam apenas deixar um tweet dizendo: se espirrar e eu não estiver on, saúde!... é a treva virtual...
E tem também as perseguidoras... essas pessoas são aquelas que não te seguem... mas vivem visitando o seu Twitter... apenas pelo prazer de saber que sua vida é sem dúvida alguma muito melhor do que a delas... de perseguida quero distância...
Existem ainda aquelas totalmente desocupadas... que coçam o dia todo... então o prazer maior é twittar o próprio tédio... a própria falta de opção na vida... deprimente...
Ah... e não posso esquecer de citar... aquele tipinho... o tipo pobre coitado... que quando consegue ser respondido por alguma celebridade... twitta o nome da pobre vítima bem no meio da frase... para que todos os seguidores saibam que é muito bem relacionado...
Há ainda... os que se vangloriam por terem alguns mil seguidores... bacana isso... mas qual o significado?... nenhum né... porque se as pessoas que você segue... ou as que te seguem não têm conteúdo algum... não vejo grande vantagem...
Porém... contudo... todavia... entretanto... cá entre nós... muitos me fazem sentir vergonha alheia... tenho pena... apiedo-me por tanta carência... por tanta necessidade de aparecer... por tanta falta de bom senso...
Que @OCriador iluminem os frequentadores da Twittosfera... ou então que Biz Stone... tal como nos ensinamentos de Darwin... faça uma seleção natural dos aptos a se beneficiarem... da talvez... mais importante ferramente de comunicação desta década...
Twittar não é apenas o mais novo verbo de nosso vocabulário... não é apenas mais um meio de comunicação... twittar tornou-se um estilo de vida...
Twitta eu, Twitte tu, Twittemos nós...
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
As Pessoas e Seus Egos
“...é que Narciso acha feio tudo o que não é espelho...”
(Caetano Veloso - Sampa)
Incrível a necessidade que as pessoas têm em comunicar-se com seus próprios egos... travam verdadeiros monólogos com elas mesmas... mesmo que em volta haja uma multidão... disposta a dialogar...
As pessoas e seus egos... os egos e as pessoas... um monólogo infindável...
Insistem ainda que haja uma plateia ao redor... chegam a fazer questão... mas apenas pelo prazer de ignorá-la... apenas para que possam exaltar o próprio ego... que de tão grande... nem cabe em si...
As pessoas e seus egos... os egos e as pessoas... um espetáculo desnecessário...
Incontáveis são as vezes que perdemos o tempo... tentando inutilmente interagir com os grandes egos e com as pequenas pessoas que os acompanham... em vão... tempo perdido apenas...
As pessoas e seus egos... os egos e as pessoas... um vai e vem de palavras sem sentido...
Incompreensível e desprezível... pessoas com egos grandes e almas pequenas... mesmo sabendo que não vale a pena... contradizendo o poeta...
As pessoas e seus egos... os egos e as pessoas... e todo o egoísmo que os acompanha...
Insignificantes tornam-se até os amigos... pois o ego é egoísta... e não compartilha a pessoa que o pertence... simplesmente desdém quem o tem...
As pessoas e seus egos... os egos e as pessoas... e o triste fim que o ego vem!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
O Menino Rei
Ao abrir a porta do quarto, apenas um corpo. Caído.
Os olhos vasculharam todo o quarto em busca, talvez, de algo que negasse a cena à sua frente. Mas, infelizmente, não havia como mudar a realidade, logo ali, via-se aquele corpo frágil, mirradinho, deitado de lado, coberto por um pijama com desenhos infantis, nos pés, meias azuis, o corpo aparentemente sem vida, sem cor, sem ar, sem o último suspiro.
Mas alguma coisa chamou sua atenção, tinha algo de errado naquela cena, alguma coisa que destoava, como uma desafinada melodia, fúnebre e desafinada.
Uma bagunça incomum, sim, todo o quarto revirado de pernas para o ar, mesmo ainda imóvel, ainda na porta do quarto, sem ter coragem de dar um único passo em direção àquele corpo, sem confirmar a vida que lá não mais havia, notou-se a estranheza da cena.
Um passo para trás, sua primeira reação foi tentar sair dali, descer a escadaria correndo e chamar os seguranças, mas não conseguia, não sem antes ter certeza de que aquele corpo não tinha mais vida.
Voltou com o pé no mesmo lugar que estava, suspirou fundo, tomou coragem e passo a passo, devagar, ao seu tempo, foi aproximando-se vagarosamente daquele corpinho pequeno, quase que infantil, deu outro suspiro, esse mais profundo, tomou mais coragem e ajoelhou-se diante dele.
Constatou, não havia mais um sopro de vida nele.
Saiu correndo, desceu as escadas como um raio, abriu a porta da frente da imponente mansão e tirando forças de sabe-se onde, gritou: ELE ESTÁ MORTO! ELE ESTÁ MORTO! ELE ESTÁ MORTO!
Em segundos, aproximaram-se quase uma dúzia de homens, todos com o mesmo uniforme azul marinho, empurraram-na subitamente e subiram os 57 degraus da escada que os levaria ao quarto dele, chegaram ao último degrau, ofegantes, desesperados, assustados com a possibilidade do que os esperava.
Entre olharam-se, e mesmo sem uma única palavra decidiram quem seria o primeiro a entrar naquele quarto. Aparentemente ele era o chefe, aparentemente ele era o mais velho, aparentemente ele era o único capaz de enfrentar o que os esperava.
O inevitável, a visão daquele corpo, primeiro um suspiro, depois a procura dos olhos que o observavam para a confirmação, depois uma busca minuciosa por uma resposta e só então que notou uma sombra.
Uma sombra que o observava, que observava a todos, que observava aquela triste cena.
Dá alguns passos até o closet, a porta semi-aberta o permite observar um vulto conhecido. Para. Pensa. Olha o corpo caído. Olha o vulto que o observa. Confuso recua alguns passos.
Avalia toda a cena novamente. Busca passar orientações aos outros, apenas pelo olhar. Conta mentalmente, até três.
Pronto! O vulto, deixou de ser vulto, estava cercado, na claridade, e todos o observam assustados.
O corpo caído e aquele que estava na sua frente, eram idênticos, gêmeos, sósias. Difícil de dizer qual o verdadeiro. A não ser pelo detalhe de que ele não usaria aquelas roupas, àquela hora do dia, sem nenhum motivo, a não ser por outro detalhe, uma arma, em suas mãos, imponente, como um troféu.
Algemaram-no. Pegaram o telefone no criado-mudo. Ligaram para a polícia. Esperaram.
Assim que os médicos confirmaram a morte, assim que os policiais removeram aquele sinistro personagem, assim que ficou um vazio dentro de todos eles, ouvi-se bem baixinho:
- Maldito seja esse fã doentio. Ele matou o Rei da Pop Music. Ele matou Michael Jackson. Maldito seja para todo o sempre!
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Você sabe escrever?
Quando perguntamos à alguém se sabe escrever... prontamente a pessoa responde que sim... ela pensa logo no escrever... de saber assinar o próprio nome... ou juntar as letrinhas formando palavras... mas escrever não é apenas isso... escrever é uma arte... é um dom... escrever é conseguir passar o que você está pensando... o que você acredita... o que você sente...
Muito me espanta... quando ouço dizerem que não gostam de ler... mas gostam de escrever... não entendo isso... então escrevem mas não leem o que escrevem... isso explica boa parte das porcarias que publicam por ai... e olha que em tempos de internet... Blog... Orkut... Twitter... isso não é difícil de achar...
Nessas horas me recordo do memorável Sassá Mutema... que tinha como sonho saber ‘escrever de carreirinha’... mas escrever de carreirinha não é saber escrever... isso é apenas juntar letras formando palavras... que formam frases... na grande maioria... mal construídas... sem sentido... vazias...
Eu aqui... escrevendo nesse momento... tentando passar minhas opiniões e divagações... não sou digna... ainda... de ter uma cadeira na Academia Brasileira de Letras... mas esforço-me para não matar a gramática... insultar o português... ou pior ainda... desrespeitar o meu leitor...
O talento de quem escreve... não consiste apenas... em algo que se nasce com ele... mas também na prática... no exercício diário... no hábito da leitura... e acima de tudo... no amor... amor pelas palavras... por essa sopa de letrinhas... que juntas... transformam as pessoas... a história... o mundo...
Escrever é para os fortes... fortes de caráter... de ideias... de ideais... de sentimentos... escrever é para quem fala o que pensa... para quem pensa no que fala... para quem escreve no que pensa e fala... para quem fala e pensa no que escreve...
terça-feira, 9 de junho de 2009
Cinema Nacional
O cinema nacional por muitos anos foi visto com maus olhos por todos nós, e também não era pra menos, os filmes conhecidos como porno-chanchadas acabaram com as expectativas.
Um bom tempo depois dessa fase, na década de 90 especificamente, com o lançamento de O Quatrilho e a indicação ao Oscar, fez que o cinema nacional fosse notícia novamente, mas ainda estava bem longe de ser o que é hoje.
Infelizmente O Quatrilho tinha cara de minissérie global, e também não era para menos, fora produzido pela Globo Filmes, com alguns dos principais atores globais compondo o quarteto de protagonistas.
Foi então que o novo milênio trouxe boas novas para nossas telonas, finalmente nosso cinema mostrou algo de relevante, contando histórias de todos os gêneros e o estereótipo de minisséries foi sendo esquecido, não totalmente, mas em boa parte.
Hoje, não consigo me referir ao Cinema Nacional sem citar filmes em que estejam três atores em especial, Rodrigo Santoro, Wagner Moura e claro Selton Mello. Particularmente acho que já virou uma regra, filme que é bom tem que ter obrigatoriamente algum deles no elenco.
Você está duvidando? Eis as provas, Bicho de Sete Cabeças (Rodrigo Santoro), Deus é Brasileiro (Wagner Moura), Carandiru (Rodrigo Santoro e Wagner Moura), Tropa de Elite (Wagner Moura), Caramuru – A Invenção do Brasil, O Auto da Compadecida e Meu Nome Não é Jonnhy (Selton Mello) e o recente Os Desafinados (Selton Mello e Rodrigo Santoro).
Fácil, não foi? Essa foi a prova, pena ainda não ter um filme com os três, certamente sucesso absoluto. Não que os outros filmes sejam de má qualidade ou não tenham nada de interessante, mas quando esses três estão no elenco parece que explode, nitroglicerina pura.
Óbvio que não posso deixar de citar sucessos como Eu Tu Eles, Cazuza – O Tempo Não Pára, Cidade de Deus, 2 Filhos de Francisco, O Ano Em Que Meus Pais Saíram De Férias, entre outros, mas o diferencial parece estar no elenco, todo esse ai possuem um elenco de peso como Paulo Autran, Raul Cortez, Lima Duarte, Regina Casé, Fernanda Montenegro, mas parecem não ter um ‘borogodó’, que os três possuem.
Existem ainda os exemplos dos atuais sucessos de bilheteria como, Se Eu Fosse Você 2 e Divã, mas isso é um caso a parte, há pessoas que gostam de ver novela na tela do cinema, mesmo, fazer o que né, tem gosto pra tudo.
Bem, e para você que ainda tem pré-conceitos e preconceitos quanto a ir ao cinema assistir um filme nacional, para de besteira e prestigie o que temos de bom, há tempos que já somos respeitados internacionalmente, mas aqui parece prevalecer aquele velho ditado, ‘santo de casa não faz milagre’.
Triste, mas infelizmente tem sido assim, então cabe à você fazer a diferença. Assista à filmes nacionais, eles são bem dirigidos, com fotografias espetaculares e um elenco, na grande maioria, de primeiro escalão.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Anjos & Demônios – O Filme
Sobre Anjos e Demônios, inspirado na obra do escritor Dan Brown, muito se falou, muito se ouviu, mas por quê?
Por hipocrisia, talvez, de uma entidade tão acusada por seus crimes, que hoje é neurótica, egocêntrica e com mania de perseguição.
Por que cargas d’água esse filme está sendo amaldiçoado pela Santíssima Igreja Católica? Bom, não entendi, se alguém puder desenhar eu agradeço...
Mas vamos ao que interessa realmente, o filme.
Incrível, indescritível, instigante, inteligente e inigualável...
Juro! Por todo o filme eu achei que o bandido fosse outro, que o bom moço fosse outro, que tudo fosse outro e como era de se esperar, como já seria uma tradição se colocarmos em cheque O Código Da Vinci, no final o fim é diferente, de tudo aquilo que você ousou pensar por 120min, o que decide mesmo todo o estratagema, todo o conteúdo são os últimos 20min, como em uma final de Copa do Mundo, de 140min totais, fica tudo nos 20, na decisão por pênaltis.
Confesso que, preciso assistir ao menos mais uma ou duas vezes, afinal são muitos detalhes, muitos pontos que acabam passando despercebidos pela ansiedade. E ao contrário de alguns, senti falta sim, muita falta dos ‘desenhos’ que pairavam no ar, fazendo as associações, não que fosse ajudar muito quem não estava entendendo nada, mas gostava de ver como a cabeça do Robert Langdon, vivido maravilhosamente por Tom Hanks, funciona.
E por falar em Hanks, quem não se lembra dele em Forrest Gump - O Contador de Histórias, onde fazia o papel de um rapaz ‘especial’ com o QI abaixo da média? Bem, agora ele faz o papel de um renomado professor de Harvard.
Moral da história?
Quem nasceu Forrest Gump um dia ainda será Robert Langdon!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Enfim o Fim
Enfim... o fim das Amélias... daquelas que tudo faziam por outrem... e nada faziam por si...
Enfim... o fim das torres altas... daquelas criadas para opressão dos desejos... mesmo que o maior desejo fosse o fim... Enfim... o fim do amor idealizado... daquele que era unilateral... subjetivo e irreal...
O fim das velhas coisas... O fim dos velhos conceitos... O fim dos pré-conceitos... O fim dos teares... O fim das tecelãs... O fim dos velhos tapetes... O fim de uma vida...
Bom e ruim se misturam... Sonhos e pesadelos se misturam... Fantasias e realidades se misturam... Começo e fim se misturam...
E com o fim... um novo começo... o começo a partir do fim... onde tudo começou... tudo acabou... acabou começando... começando do fim... então só basta concluir... enfim o fim!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
A fala do sentido
A visão e o olfato
dupla perigosa
um diz o que não deve
e o outro sente o que esconde
A gota do suor
sussurra ao nariz
o medo da verdade
E uma mentira bem contada
pode ser então decifrada
O sorrir dos olhos
declara ambiguidade
Onde palavras pela metade
dizem menos que a realidade
(Andréa Alves e Nágila Câmara)
dupla perigosa
um diz o que não deve
e o outro sente o que esconde
A gota do suor
sussurra ao nariz
o medo da verdade
E uma mentira bem contada
pode ser então decifrada
O sorrir dos olhos
declara ambiguidade
Onde palavras pela metade
dizem menos que a realidade
(Andréa Alves e Nágila Câmara)
Todo Mundo Net
site website hotsite
net webnet hotnet
netsite nesse site
mundo todo mundo
internet
(Andréa Alves e Nágila Câmara)
net webnet hotnet
netsite nesse site
mundo todo mundo
internet
(Andréa Alves e Nágila Câmara)
terça-feira, 28 de abril de 2009
Reforma Ortográfica
Ao meu ver a reforma ortográfica não passa de uma perda de tempo descomunal. O grande problema de comunicação entre os Países que falam a Língua Portuguesa são os sotaques e as gírias usadas, a língua escrita é o que menos interfere nesta comunicação.
Tendo em conta que as mudanças foram na ortografia, como diz o próprio nome da reforma, não há relevância na comunicação já que se este fosse o problema qualquer programinha de computador poderia solucionar a questão.
Cá entre nós, sejamos práticos, tantas coisas para serem reformadas no mundo e a esta altura do campeonato as pessoas ficam pensando em ortografia. Principalmente se citarmos Países como Moçambique e Angola, que vivem em uma pobreza extrema, as pessoas preocupam-se mais em como se fala do que no que se come.
O que me conforta é saber que não estou sozinha neste pensamento como já foi declarado por Ariano Suassuna e Jô Soares.
Tendo em conta que as mudanças foram na ortografia, como diz o próprio nome da reforma, não há relevância na comunicação já que se este fosse o problema qualquer programinha de computador poderia solucionar a questão.
Cá entre nós, sejamos práticos, tantas coisas para serem reformadas no mundo e a esta altura do campeonato as pessoas ficam pensando em ortografia. Principalmente se citarmos Países como Moçambique e Angola, que vivem em uma pobreza extrema, as pessoas preocupam-se mais em como se fala do que no que se come.
O que me conforta é saber que não estou sozinha neste pensamento como já foi declarado por Ariano Suassuna e Jô Soares.
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